Evolução

Todas as noites o sono nos atira da beira de um cais
e ficamos repousando no fundo do mar.
O mar onde tudo recomeça…
Onde tudo se refaz…
Até que, um dia, nós criaremos asas.
E andaremos no ar como se anda em terra.

[in: Esconderijos do Tempo]

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Sobre @luluz87

"eu faço samba e amor até mais tarde, e tenho muito sono demanhã..."
Esta entrada foi publicada em liberdade, outros poemas. ligação permanente.

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